São duas as minhas razões para rejeitar o
uso de máscaras ao andar nas ruas. A primeira: É UM ATO AUTORITÁRIO CONTRA A
MINHA LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE OPINIÃO. A segunda: NÃO ACREDITO QUE ESTE
VÍRUS POSSA ME FAZER QUALQUER ESPÉCIE DE MAL, POIS SOU UMA PESSOA SAUDÁVEL E
NÃO SOU PORTADOR DE NENHUMA PATOLOGIA GRAVE PREEXISTENTE, MESMO COM MEUS 70
ANOS DE IDADE. Posso dar embasamento jurídico à primeira? Resposta: NÃO, POIS
TODO O SISTEMA JUDICIÁRIO ESTÁ DOMINADO PELO TERROR VIGENTE!... Quanto à segunda,
EU POSSO DAR. Está aqui:
VÍDEOS E TEXTOS DE MÉDICOS E CIENTISTAS
COM OPINIÕES CONTRÁRIAS À OFICIAL:
Dr. Beny Schmidt (DELETADO)
Dr. Knut M. Wittkowski (DELETADO)
2 vídeos contrários ao isolamento horizontal
Dr. Rashid Buttar
Dr. Shiva Ayyadurai
Médicos contra o confinamento
Dra. Judy Mikovitz (DELETADO) (IMPERDÍVEL!!!)
Um escândalo científico
https://pandemicavirulencia.blogspot.com/2020/06/um-escandalo-cientifico.html
Mau-caratismo científico
Ciência honesta – A cura simples
e barata
Depoimento de um grande médico
Mais depoimentos médicos
Vacina, jamais!!!...
VOU REAFIRMAR: No interior de lojas,
mercados, lotéricas, etc., eu me submeto a usar máscara, pois trata-se de estabelecimentos
PRIVADOS. Mas NAS RUAS, que é LOCAL PÚBLICO, absolutamente NINGUÉM irá me
OBRIGAR a usar qualquer tipo de vestimenta corporal, seja máscara, chapéu, bengala,
tatuagem, brincos ou o que for!!!...
Alguém poderia objetar dizendo que, sem a
máscara, eu estaria espalhando o vírus. AÍ É QUE ESTÁ A QUESTÃO!... Como disse
Wittkowski e outros, o correto a fazer seria isolar os doentes de risco e ir todo
o mundo para as ruas (sem máscaras) para que o vírus se espalhasse e se
dissolvesse, na “imunidade de rebanho”.
Mas este “REBANHO DE CORDEIROS”, com quarentenas e máscaras, está apenas
PROLONGANDO A PANDEMIA, sem ter a mínima noção de porcaria nenhuma, como boas,
pacatas, ordeiras, inocentes, conformistas, resignadas, ignaras e subservientes
OVELHINHAS que são!...
Duas coisas eu não sou: COVARDE e
BURRO!!!...
Agora eu tive uma dúvida. QUEM irá fiscalizar
se está circulando nas VIAS PÚBLICAS algum “NÃO-MASCARADO”?!... A POLÍCIA
MILITAR também irá fazer esse SERVIÇO SUJO?!... Se fizer, usará de gentileza OU
DE TRUCULÊNCIA?!... É claro que não corro o risco de ser preso, pois
DESOBEDIÊNCIA CIVIL (ainda) NÃO É CRIME... A propósito, lembro-me de um fato
sucedido há mais de 30 anos em Juiz de Fora, e que vai a seguir narrado, como
consta no meu texto inédito “In Canna Veritas”, que transcrevo na íntegra, sem
mudar uma vírgula:
“A minha depreciativa e indignada opinião
sobre a Polícia se formou alguns anos atrás, quando andava solitariamente por
ruas desertas à procura de um bar aberto, pensando em tomar a última cerveja.
Devia ser uma hora da madrugada. Passei em silêncio por um grupo de rapazes,
sem incomodá-los, e tais elementos também não falaram nada, apenas me viram
caminhar. Alguns passos depois, troquei de passeio e dei um pontapé num portão,
por me achar um pouco agastado e sorumbático, apenas isto. Qual o quê?!... Uns
quinhentos metros à frente, de repente duas viaturas da Polícia Militar pararam
do meu lado e desceu aproximadamente, sem exagero, uma dúzia de brutamontes,
tratando-me como se eu fosse um “meliante de alta periculosidade”, usando a sua
linguagem técnica. Faltou muito pouco para ser agredido fisicamente. É que o
meu “Santo” é forte!... Tais animais nem ao menos me disseram do que estava
sendo acusado, ou qual era a queixa, ou quem a fez. Depois de mostrar o
documento (algo ilegal, pois ninguém pode ser preso por falta de identificação
ou vagabundagem) e de ser revistado minuciosamente (sem dizer o que estavam
procurando), após agressiva e vexatória admoestação, a tropa inteira de
selvagens voltou à sua nauseabunda e asquerosa ronda noturna, deixando-me
trêmulo, atônito e apalermado por esta demonstração gratuita de truculência e
incompetência profissional, que é norma geral em tal instituição, haja visto o
baixíssimo nível intelectual de seus primitivos integrantes, coisa notória
desde sempre e até hoje. O mais ridículo e vergonhoso foi necessitarem de uma
dúzia de “homens” armados para abordarem a um único, e desarmado. É fato que a
esmagadora maioria deles é constituída de covardes e medrosos. Voltei para casa
considerando que aqueles idiotas fardados na verdade não passavam de um bando
de bichas enrustidas. Coitadas de suas mulheres!... No fundo, estavam é a fim
de satisfazer a sua sede por violência em algum infeliz, a fim de se
“divertirem” um pouco, extravasando o seu sadismo inato. Depois viram que
comigo isto não poderia ser feito. Eu, que não tolero a violência e que sou
inofensivo como um grilo. Ao me recuperar deste perigo mortal, cheguei à
conclusão de que aqueles rapazes, todos igualmente veados, acionaram os
policiais, inventando qualquer mentira a meu respeito, e estes vieram
prontamente “cumprir o seu dever”. Uma grande palhaçada!... Quantas
barbaridades esta perigosa classe de “gente” pratica, escudada por suas
fardas!... E sempre saem impunes. Este é um retrato três por quatro da falência
de todo o aparato repressor que a sociedade criou. Sinto nojo desse pessoal até
hoje!...”
Observação: os jovens estavam no início
da rua Moraes e Castro, no Alto dos Passos, onde é hoje o Shopping Alameda; os
policiais me abordaram no final da rua Monsenhor Gustavo Freire, em São Mateus,
quase esquina da Av. Pres. Itamar Franco.
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